Quando se fala no uso de recursos tecnológicos em sala de aula, o educador tem uma série de opções. As ferramentas disponíveis são tantas e tão variadas, que é fundamental tomar um tempo para pesquisar essas alternativas e avaliar não só a sua efetividade, mas sua adequação aos objetivos e ao nível de desenvolvimento dos alunos.

Por isso, vamos falar um pouco sobre esse tema. Começaremos apontando brevemente a importância dos recursos tecnológicos em sala de aula. Depois, abordaremos 6 ferramentas que podem contribuir para tornar a aprendizagem mais interessante e ampliar o acesso dos alunos ao conhecimento. Acompanhe!

A importância dos recursos tecnológicos em sala de aula

A tecnologia tem um papel cada vez mais relevante na sociedade. Ela tem sido aplicada às diferentes atividades do dia a dia e, portanto, tem desempenhado uma função importante do ponto de vista pessoal e profissional. Por isso, não é possível pensar na formação de um cidadão que não esteja preparado para lidar com essas ferramentas, que apresente domínio em relação ao seu uso e, principalmente, que saiba analisar criticamente suas aplicações e implicações.

Também não podemos nos esquecer de que a tecnologia facilita a vida do educador. Ela permite automatizar algumas de suas tarefas, otimizando tanto o tempo usado na preparação das aulas quanto a própria ação didática.

Embora haja outras razões para utilizar a tecnologia em sala de aula, que inclusive já abordamos em outros posts, apenas essas já seriam suficientes para incentivar sua adoção em favor da melhoria na qualidade da educação.

6 sugestões de ferramentas tecnológicas para usar na aula

Considerando a importância de adotar a tecnologia aplicada ao ensino, vamos explorar algumas opções às quais o educador pode recorrer para inseri-la em sala de aula.

1. Cloud computing

A computação em nuvem chegou para facilitar a vida de escolas, educadores e estudantes. Ela permite que um volume enorme de dados fique disponível o tempo inteiro, a partir de qualquer dispositivo móvel com acesso à internet. Assim, os estudantes podem consultar o conteúdo disponibilizado pelo educador a qualquer momento. Podem ser textos, aulas, videoaulas, exercícios, links para aplicativos. 

Para evitar incidentes, o educador pode ainda estabelecer níveis de acesso: apenas visualização, comentários, edição. O conteúdo pode ficar disponível para todos que possuem o link ou apenas para quem foi convidado e precisa inserir um login específico.

2. Soluções digitais de leitura para o público infanto-juvenil

A leitura é a base de uma boa formação. O desenvolvimento da competência leitora é essencial para que os estudantes se apropriem do conhecimento disponível em diversas fontes, além de possibilitar o bom aproveitamento em todas as outras disciplinas.

Felizmente, a tecnologia pode contribuir para sua disseminação, já que torna o conteúdo produzido por inúmeras fontes disponível para um grande número de pessoas, de forma imediata. 

Portanto, se antes o acesso ao conteúdo produzido dependia da proximidade física com o material, o mundo virtual derrubou essa barreira. Os estudantes conseguem ler textos e até mesmo interagir com eles por meio de atividades a qualquer momento.

No entanto, é importante que o educador busque boas opções. Não se deve simplesmente transferir a lógica das atividades convencionais para a tela. É fundamental buscar propostas realmente inovadoras, que usem estratégias para ativar conhecimentos prévios, despertar o desejo de aprendizagem e promover o desenvolvimento cognitivo.

Além disso, algumas dessas soluções, como a da Guten, disponibilizam relatórios em tempo real que mapeiam as habilidades de leitura de cada aluno, o que pode facilitar na hora do professor consolidar os dados e dar um feedback mais rápido e individual para os alunos. Vale a pena conhecer a proposta! 

3. Plataformas de ensino adaptativo

Essas plataformas têm a capacidade de personalizar a aprendizagem. Elas usam sistemas inteligentes para, a partir das interações com os alunos, perceberem suas dificuldades e se ajustarem às suas necessidades.

Assim, à medida que um aluno demonstra que já dominou determinados conceitos, a plataforma de ensino adaptativo interpreta essa informação e considera esse conteúdo finalizado.

Por outro lado, se ele demonstra por meio de seus erros que ainda não compreendeu determinados conceitos, a plataforma o ajuda. Ela passa a sugerir conteúdos (videoaulas, animações, textos) para que ele compreenda o tópico e traz atividades com dificuldade progressiva, para que ele se aproprie do conceito.

No entanto, a eficácia dessas plataformas depende da capacidade dos alunos de assimilarem os conceitos apresentados “sozinhos”. A baixa competência leitora, por exemplo, pode impedir que o estudante compreenda conceitos ou conteúdos disponibilizados por esse recurso.

Alguns exemplos de plataformas adaptativas presentes no mercado são a DreamBox LearningScootPad e  Knewton e Geekie Games.

4. Ferramentas de avaliação externa

Várias escolas optam por avaliações externas para fazer um diagnóstico mais preciso de sua situação acadêmica. Elas contratam empresas que aplicam testes padronizados aos alunos, permitindo identificar os pontos fortes e fracos do ensino praticado na instituição. 

Quando se fala em melhoria da qualidade educacional, esse é um recurso importante. Afinal, um diagnóstico objetivo e imparcial pode ser muito efetivo para apontar aspectos que necessitam de atenção. 

Com a tecnologia, todo esse procedimento é muito simples. Os alunos respondem aos testes em dispositivos com acesso à internet, que gerarão relatórios completos e gráficos a respeito do desempenho individual, das turmas e da instituição como um todo.

5. Apps de estudo

Atualmente, existem aplicativos que podem ser usados para a aprendizagem. Alguns deles já trazem perguntas e testes prontos, normalmente com foco em disciplinas específicas ou em preparação para o ENEM e vestibulares. Alguns exemplos são o Redação Nota 1000, o AppProva e o CDF. Esse último é um game do Futura em que o estudante pode não só acessar um jogo de perguntas e respostas gratuito, mas desafiar colegas a participarem. 

O fato é que, a cada dia, surgem novas opções de aplicativos e games que procuram tornar o conteúdo escolar mais atrativo para alunos de todos os níveis de ensino, desde a alfabetização até o Ensino Superior. Além desses apps e jogos prontos, existem também opções para o professor criar. É o caso de quizzes e formulários, onde o educador consegue inserir as questões que desejar, de acordo com seu conteúdo. 

Portanto, existem alternativas padronizadas e personalizadas — o educador pode escolher conforme suas preferências. 

6. Bancos de objetos de aprendizagem 

Nesses bancos, professores e alunos podem ter acesso a conteúdo digital produzido ao redor do mundo. Um exemplo é o Escola Digital, que conta com um acervo que cresce a cada dia. Separados por mídias, diferentes disciplinas disciplinas e etapas de ensino, eles permitem que o educador encontre uma ferramenta adequada para atingir seu objetivo com a aula que está planejando. 

A vantagem da separação por mídia é que o professor consegue encontrar materiais que ele efetivamente conseguirá usar com os recursos disponíveis em sua sala de aula. Assim, ele tem à disposição animações, mapas, livros digitais, conteúdos para dispositivos móveis, portais, simuladores. São mais de 25 opções!

Esperamos que nesse post, você tenha conhecido ferramentas úteis para utilizar os recursos tecnológicos em sala de aula. Além disso, queremos mostrar uma oportunidade: uma plataforma interativa que utiliza o mundo como canal de aprendizado contínuo, usando conteúdos atuais para criar uma experiência de leitura desafiadora.

Ficou curioso para saber como funciona? Então, não perca tempo! Converse com a equipe da Guten News agora mesmo e descubra como trazer esse mundo de possibilidades para a sua escola. Aguardamos seu contato!

 

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